Quando eu morria - verão e água morna.
Em pé na quente sala de mármore.
Eu ouvia frases doces, leves, plásticas,
Para criar o fogo. Meu cérebro intenso
Eu até controlei, mas ele permaneceu
Fluído, sobre o solo esfarelado.
Ela saiu de perto, muito perto,
Mas eu a senti no começo, a dormir,
Meu bebê, minha velha, pela cidade
Vestida, levando nenhum dos espinhos de outono
Para o campo paterno. E duvido que
O chão fez-se pesado e frio com o seu sono,
E a sombra se fechou negra, na tristeza gostosa
E bruta do falecido sol minguante.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Quando a escrita acabar
Quando a escrita acabar,
Sobre o X do problema
Aulas orais perfumarão
O mau cheiro de sua mente.
Segundo Noel Rosa,
Ninguém aprende samba
No colégio.
Pensa o verso.
Quando a escrita acabar,
Um feitio de oração
Santificará o nome
Dos tolos de Grajaú.
A viola sangrará
Paixões de Pierrot
Ferido de orvalho.
Pra gente fazer
Monumento à letra
Sejamos malandros.
Paguemos apenas
Quando possível
O tributo ao governo
Da imagem.
Sobre o X do problema
Aulas orais perfumarão
O mau cheiro de sua mente.
Segundo Noel Rosa,
Ninguém aprende samba
No colégio.
Pensa o verso.
Quando a escrita acabar,
Um feitio de oração
Santificará o nome
Dos tolos de Grajaú.
A viola sangrará
Paixões de Pierrot
Ferido de orvalho.
Pra gente fazer
Monumento à letra
Sejamos malandros.
Paguemos apenas
Quando possível
O tributo ao governo
Da imagem.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Você fez isso
Você imagina que existe
Como pior pessoa do mundo
Mas eu é que vou dizer
A eles o que há de imundo.
Você foi bater palmas
Sob o rosto marcado de pó.
Não entendo a música
Criada rústica
Para desatar nó.
Você foi sob o rosto marcado
De pó em ambiente calado.
Você calou a banda
Gritando “Salamandra
Rasteja pela varanda”.
Como pior pessoa do mundo
Mas eu é que vou dizer
A eles o que há de imundo.
Você foi bater palmas
Sob o rosto marcado de pó.
Não entendo a música
Criada rústica
Para desatar nó.
Você foi sob o rosto marcado
De pó em ambiente calado.
Você calou a banda
Gritando “Salamandra
Rasteja pela varanda”.
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