segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O Paraíso

Do que me lembro,
Vi uma terra povoada,
Cheia, enchida,
Menos que sólida,
Volúvel.

Do nada nada fica.
Só a água escapa.
A água e muitas almas
Com asas de água
Ou rios.
Ou mares.
Ou ondas.

Aqui o chão perde as raízes.
Aladas de seus répteis.
As nuvens, as luzes
Em mim batem e pedem
Por favor.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Nascer da linguagem

Referência,
Profusão,
Fragmentação.
A fluidez da vitalidade.

Adrenalina,
Refino,
Esmeril.
Declive gastronômico.

Os créditos e o epílogo
Lembram o nascer da linguagem.