Eu sempre encontrei monstros
E é contra eles que luto a encontrar
O meu corpo abandonado como
Ovelha entre a sombra e a luz.
Sinto o vento e a estrela
Navegarem em meu rosto,
Mar de feições expostas
Ao pranto divino do mundo.
Fico triste com o nascer
Da realidade em guerra
Ao calor do meu tigre
Em chamas sob a janela.