Mãos ao alto, senhora razão.
Na vida é preciso imaginar
E sentir os dados ao chão,
Ouvidos no esporro do sonhar.
Outra vez brinca com ilusão.
Entre os negros da aquarela
Engana o branco na escuridão.
Lógica que de laranja amarela.
Tenho um prazo para viver.
O passado matei a paulada.
Encarei a nostalgia armada.
Razão, agora vem me querer?
Fujo porque me parece dada
Demais e eu não quero morrer.
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