Não adianta fugir da natureza.
O longo atalho que leva ao bem
Pode ser o abismo da esperteza.
Corpo no ar, ao céu e além,
Respira o denso infinito e faz
Chover as pedras negras sem
As quais derrete o chão do rapaz
Que um dia multiplicou e deu cor
Ao mundo agora tingido de paz.
Pelas dificuldades se acha esplendor
Da luta através do labirinto suave.
Se não houver falhas, não há repor.
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