Da oração exposta em painel
Sedento do absoluto na curiosa
Vida à garganta através do tonel.
Por palavras de rancor, queimado.
Humilhação torpe ao cruel autor.
Pelos sons de solidão, enroscado.
Vergonha frete ao divino Criador.
Sozinho revivo o passado. Caverna.
Do presente não me trai ninguém.
Nostalgia epicúrea de caridade terna
Que só a imaginação destruída tem.
Só me resta estar enganado e sorrir.
Com os dentes à mostra quero dormir.
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