sexta-feira, 10 de julho de 2015

Verão

Vai baixa na terra a estrela do Verão. 
Imagino-me no limiar do calor em vão.  
Dorme por ágeis concretos o fatal 
Que leva ao fim. Falta do ar moral. 
 
Hoje ressurjo, vejo as folhas pela cidade
 
E vejo nos rostos o suor das essências. 
Eu já me sinto a explicar a fé da cidade 
Em roseiras de água, perfumes de essências. 
Isso para mim é alegria e calma a derreter.  


Renascer. 

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