Vai baixa na terra a estrela do Verão.
Imagino-me no limiar do calor em vão.
Dorme por ágeis concretos o fatal
Que leva ao fim. Falta do ar moral.
Hoje ressurjo, vejo as folhas pela cidade
E vejo nos rostos o suor das essências.
Eu já me sinto a explicar a fé da cidade
Em roseiras de água, perfumes de essências.
Isso para mim é alegria e calma a derreter.
Renascer.
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