Como os espíritos de olfato negro
À minha estrada hei de fugir
E separado de mim, barulhento grego
Cairei na luz que faz ruir;
Dar-te-ei na alma alva e calva
Dores mais quentes que o sol
E qual cão em torpe formol
Te machucarei; aquele que salva.
Ao adormecer a noite certeira,
O meu espaço sentirás repleto,
E em nada o calor fará o inseto.
Como nós pelas fraquezas,
Em tua morte e pelejas,
Quero sumir pela coragem.
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