quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Caoticista

Como os espíritos de olfato negro
À minha estrada hei de fugir
E separado de mim, barulhento grego
Cairei na luz que faz ruir;

Dar-te-ei na alma alva e calva
Dores mais quentes que o sol
E qual cão em torpe formol
Te machucarei; aquele que salva.

Ao adormecer a noite certeira,
O meu espaço sentirás repleto,
E em nada o calor fará o inseto.

Como nós pelas fraquezas,
Em tua morte e pelejas,
Quero sumir pela coragem.

Nenhum comentário:

Postar um comentário